sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Mulheres classificam os Homens !!!


HOMEM CAFÉ
o melhor é rico, quente, encorpado e a mantém acordada a noite toda.
HOMEM CIMENTO
depois que se espalha... demora um pouco para ficar duro.
HOMEM CHOCOLATE
doce, suave e geralmente vai direto para seus quadris.
HOMEM BATEDEIRA
você sabe que precisa de uma, mas não sabe realmente para quê.
HOMEM GELADEIRA DE ISOPOR
encha-o de cerveja e poderá levá-lo para onde quiser.
HOMEM COPIADORA
só serve para reprodução.
HOMEM SECADOR DE CABELO
está sempre quente e enroscado em teu cabelo.
HOMEM SAPATO DE SALTO ALTO
se for feito sob medida, é fácil de usar.
HOMEM HORÓSCOPO
sempre te diz o que você deve fazer e geralmente está errado.
HOMEM RÍMEL
corre na primeira lágrima.
HOMEM MINISAIA
se você não tiver cuidado, poderá subir por suas pernas.
HOMEM LUGAR PARA ESTACIONAR
os bons já estão ocupados e os que sobram são demasiados pequenos.
HOMEM CLIMA
nada se pode fazer para mudá-lo.
HOMEM PIPOCA
te satisfaz, mas apenas por pouco tempo.
HOMEM TEMPESTADE DE NEVE
nunca sabe quando vem, quantos centímetros terá e quanto tempo irá durar.
HOMEM CARRO USADO
fácil de ter, barato e nada confiável.
HOMEM FÉRIAS
nunca é grande o suficiente...

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

"Não trate como prioridade, quem te trata como opção."

Texto de Aldo Novak 
     
Não gosto de desistir das coisas que amo e não gosto que meus clientes desistam. Por isso, ajudo-os a tentar tudo o que puderem,     e tudo o que souberem, para assumirem as rédeas de suas vidas     profissionais, pessoais e emocionais. A sua vida merece uma chance de ser especial e memorável. E isso inclui em     que você se dedique para fazer a vida de alguém especial, feliz e completa.

Com sorte, também significa ter alguém que faça isso por você. Não por dever, apenas, mas por ser um caminho apaixonante da realização.

Mas, infelizmente, no que se refere ao relacionamento entre duas pessoas, não podemos controlar todas as variáveis, as limitantes e os resultados. Até porque os resultados envolvem diferentes percepções, desejos e níveis de comprometimento.

O amor, embora seja um verbo, antes de uma emoção, é uma daquelas áreas nas quais todos nós gostaríamos de controlar os dois lados da equação, mas só podemos controlar o nosso lado. E torcer.

Um romance, seja ele namoro, noivado, casamento ou bodas de diamante, exige que os dois queiram dar um passo em direção ao futuro misterioso todos os dias – juntos. Mesmo que seja para sofrerem juntos, desafiando os problemas. Se você é do tipo que quer casar, e continuar se comportando como solteiro, então é melhor não casar. Fique como está.
Sei que o que está na moda é a fantasia de que "ser livre" é o melhor. Ser independente.

Mas, apesar do estardalhaço que algumas revistas semanais fazem, dizendo que muitas pessoas querem ficar sós, não é a realidade que encontro com meus clientes. Para mim eles, e elas, dizem a verdade. E a verdade é diferente daquilo que dizem para o show da mídia, ou para uma roda de amigos.
Ninguém quer ficar só. As pessoas apenas vestem uma confortável imagem de que a "liberdade" é mais vantajosa do que o compromisso, assim como dizem veementemente que jamais entrarão em um supermercado que os tratou mal – só para irem direto lá, quando tiverem que comprar algo.
Quando o silêncio das paredes internas do coração começa a ser escutado, o "caldo entorna", e você se pega pensando em passar os próximos anos vivendo com aquela pessoa.
Na medida do possível, apoio meus clientes em seus sonhos e desejos. Mas, nem sempre.

Há momentos nos quais você deve olhar bem para aquela pessoa que está tratando você apenas como uma opção, uma alternativa temporária, e deixar de ter a vida dela como sua prioridade. Algumas vezes, ser a pessoa ideal não é o bastante. Especialmente, quando o outro lado da moeda tem uma lista de prioridades enorme, e você aparece em um ingrato 256° lugar.

Naturalmente, há momentos nos quais um amor não pode lhe dar atenção. E ajudo meus clientes a entenderem isso. Há altos e baixos em qualquer vida, por isso não devemos assumir o pior, apenas por um problema temporário. Mas, há também situações nas quais você precisa entender que talvez haja muito mais dentro de você do que a outra pessoa nota ou dá valor.

Quase dois anos atrás, uma cliente tratou exclusivamente deste problema comigo. Ao final do nosso processo de trabalho, ficou claro que ela não era prioridade nenhuma para o noivo. Era apenas uma opção e um "problema" na agenda. Depois de tentar tudo, e mais um pouco, ela rompeu o noivado. Ele teve todas as chances de abrir os olhos.
Ela deixou de tratar como prioridade, aquele que a tratava como opção.

Na última segunda feira, ela me telefonou e convidou para seu aniversário (é comum meus ex-clientes tornarem-se amigos).

Aniversário e noivado. Com outra pessoa, claro. O engraçado da história? É que o "ex"  diz ter descoberto, tarde demais, que "ela era a mulher da vida dele". Flores, presentes e telefonemas não adiantaram -- minha cliente me autorizou a contar a história, sem revelar seu nome.

O que existe no coração dela, agora, são as lembranças de ter sido apenas mais um item, em uma agenda lotada. Agora o coração dela já está em outra vida. Ela tem outra prioridade. E o noivo atual a vê como prioridade também. O verbo amar, entre eles, se transformou no sentimento.

Agora, o ex-noivo é carta fora do baralho...

Lembre-se: Não trate como prioridade quem te trata como opção. Dê todas as chances que puder. Mas, quando não houver mais o que fazer, não faça. Pare de tentar. Você saberá quando a hora chegou. Você saberá quando já tentou tudo.

E, quando chegar este momento, olhe ao redor. Se alguém não trata você como prioridade, há quem trate. Ai pertinho de você. É só olhar com o coração. Você merece ser prioridade de alguém. Você merece ser o rei, ou a rainha, e não o vassalo, ou vassala. O amor é um jogo de "iguais de coração".

               Não trate como prioridade quem te trata como opção.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

SER CHIQUE SEMPRE - por Gloria Kalil


Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos
dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da
vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou
closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo
carro Italiano.

O que faz uma  pessoa chique, não é o que essa pessoa tem,
mas a forma
como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é quem fala baixo.
Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas e
nem precisa contar vantagens,

mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto,

não fazer perguntas ou insinuações inoportunas,nem procurar saber o que não é da sua conta.
Chique mesmo é parar na faixa de pedestre

É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às
pessoas que estão no elevador.

É lembrar do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais!

Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.É "desligar o radar" quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e
prestar verdadeira atenção a sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra,

ser grato a quem o ajuda,
correto com quem você se relaciona

e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer,

ainda que você seja o homenageado da noite!

Mas  para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo,
de  se lembrar sempre de o quão breve é a vida

e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar,na mesma forma de energia.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor,

não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrare não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!
Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... 

mas amor e fé nos tornam humanos!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Abriram o galinheiro, e agora?

Quando o galinheiro se rebela sempre tem um galo metido a comedor que sai por aí procurando uma galinha para fazer pintinho. Os homens são especialistas nisso, fazer pintinhos com as galinhas erradas. E o que fazer em uma situação como essa?

 

Traição é uma coisa engraçada. Aliás, esse nem era meu tema de hoje, mas é ouvindo histórias de outras mulheres que eu consigo atrapalhar até minha já desorganizada lista de assuntos. De qualquer forma – e de todas as formas – toda mulher já passou por uma situação como essa, mesmo que algumas insistam em não perceber.

Quando o galinheiro se rebela sempre tem um galo metido a comedor que sai por aí procurando uma galinha para fazer pintinho. Os homens são especialistas nisso, fazer pintinhos com as galinhas erradas. E o que fazer em uma situação como essa?

Sair por aí planejando a vingança mais mirabolante do ano? Pode ser essa a primeira idéia de uma mulher com a honra traída. O que seria melhor que ver o canalha garanhão comendo o pão que o diabo amassou?

Posso dizer por experiência própria, melhor que isso é ver o “garanhão-pega-todas” perceber que, no fundo, ele fez foi um grande favor para a sua vida. Foi na traição dele que você se encontrou e o erro dele pode ter sido o maior acerto de todos os tempos.

Primeiro, porque você acabou de se livrar de um homem burro. Segundo, porque a sua inteligência – que é cinqüenta mil vezes maior que a dele – vai fazer com que você procure um homem melhor. E acredite: homens melhores que o burro onde você amarrou seu bode existem aos montes por aí.

Mais bonitos. Mais sarados e mais homens. Aproveite e deseje de todo coração que ele viva comendo as menininhas que ainda recebem as mesadinhas dos papais, afinal uma mulher de verdade – como você – deseja mais que um garotinho disfarçado de homem maduro.

Acredite e valorize a mulher especial que você é e se possível, solte foguetes coloridos por ter se livrado do pseudo-macho que você achava ser merecedor de sua atenção e respeito.

E se você já está consciente do bem que lhe aconteceu, aproveite e seja do mundo porque o mundo agora é seu. E ele já não faz parte dele. Ele agora faz parte da lista dos que não fazem parte de nada. Porque ele é um nada comparado a você. Dá pra entender?

Bola pra frente! A fila pode não andar por enquanto, mas acredite: melhor a fila parada que alguém atravancando seu caminho. Agora é hora de mandá-lo pastar bem longe da sua plantação. Bem longe do seu quintal. Até porque, de agora em diante, no seu quintal só há lugar para frutas maduras e bem resolvidas para você colher! Bom apetite!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

7 Dicas para mulheres bem resolvidas

1º - Se ele se interessou, ele liga!!!!

É isso mesmo, quando o cara quer, não tem projeto importante, morte da tia ou trânsito maluco que o impeça de te convidar pra sair.
2º - Passou uma semana sem ouvir notícias dele?
Esquece, parte para outra! Ligar para saber se tá tudo bem, nem pensar!
Homem que tá perdido merece ser encontrado morto no apartamento, e pelo zelador do prédio, porque os vizinhos não agüentam mais o fedor de carniça....

3º - Vocês saíram e ele não ligou mais.
Foi porque você cedeu? Ou foi porque você não cedeu?
Na verdade, pouco importa. Se o que ele estava a fim era de sexo, e rolou, ótimo! Sexo é que nem pizza: bom-até-quando-é-ruim.. Mas se você não cedeu, ele provavelmente não te procurou mais porque achou que ia dar muito trabalho.
Ou seja, pare de se atormentar porque transou ou não!!!
Duas lições: dar uma de difícil depois de uma certa idade já era !!! Ridículo é fazer tipinho!!! E além do mais você vai se arrepender de ter cedido e de não ter cedido....

4º - Homens Comprometidos - diga não!!!
A relação dele tá em crise, péssima, só falta oficializar o fim??? Ótimo!
Se ele quiser continuar infeliz, dane-se! Senão, ele termina de uma vez e depois te procura, combinado?


5º - Ouviu aquela clássica: "Você é boa demais pra mim..."
Acredite, amiga! É mesmo!!!" Descarte o cidadão e pare de bancar a Madre Tereza de Calcutá!


6º - Não tente...
Não dá pra namorar um cara pelo qual você não tem um mínimo de admiração.


7º - Traição...
Não continue com um cara que te chifrou se você não agüentar a onda de ser traída de novo. E olho vivo se ele já foi infiel com outras. A gente sempre acha que com a gente vai ser dferente.... Esqueça!!! Nunca é!!!


E atenção! A “Fila Anda!!!”
Pior do que nunca achar o homem certo, é viver pra sempre com o homem errado"


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Quem não dá assistência, abre concorrência


Hoje uma amiga me enviou um e-mail com um texto do Arnaldo Jabor. Já disse que sou fã desse cara? Não? Pois vou dizer agora
Me rendo aos seus perfeitos textos... E para "pagar um pau" básico decidi postar o tal texto do tal e-mail. O texto é voltado para o público masculino, por isso garotos prestem muita atenção viu? Pois se vocês não dão a assistência que merecemos, com certeza vão abrir espaço para fortes concorrentes!
Você homem da atualidade, vem se surpreendendo 
diuturnamente com o 'nível 'intelectual, cultural
e, principalmente, 'liberal' de sua mulher,
namorada e etc. Às vezes sequer sabe como agir,
e lá no fundinho tem aquele medo de ser traído
- ou nos termos usuais: 'corneado'. Saiba de
uma coisa... Esse risco é iminente, a probabilidade
de isso acontecer é muito grande, e só cabe a você,
e a ninguém mais evitar que isso aconteça ou,
então, assumir seu 'chifre' em alto e bom som.

VOCÊ SERÁ (OU É???) 'corno', a menos que:

Não ache que ela tem poderes 'adivinhatórios'.
Ela tem de saber - da sua boca- o quanto você
gosta dela. Qualquer dúvida neste sentido poderá
levar às conseqüências expostas acima.

Não ache que é normal sair com os amigos
seja pra beber, pra jogar futebol... 
mais do que duas vezes por semana, três vezes então
é assinar atestado de 'chifrudo'.
As 'mulheres modernas' dificilmente andam implicando
com isso,entretanto elas são categoricamente 'cheias
de amor pra dar' e precisam da 'presença masculina'.
Se não for a sua meu amigo... Bem...

Quando disser que vai ligar, ligue, senão o risco dela
ligar pra aquele ex bom de cama é grandessíssimo.

Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfazê-la.
As 'mulheres modernas' têm um pique absurdo com relação
ao sexo e, principalmente dos 20 aos 38 anos, elas
pensam em - e querem - fazer sexo todos os dias (pasmem,
mas é a pura verdade)...bom, nem precisa dizer
que se não for com você...

Lhe dê atenção. Mas principalmente faça com que
ela perceba isso. Garanhões mau (ou bem)
intencionados sempre existem, e estes quando querem
são peritos em levar uma mulher às nuvens.Então,
leve-a você, afinal, ela é sua ou não é????

Nem pense em provocar 'ciuminhos' vãos.
Como pude constatar, mulher insegura
é uma máquina colocadora de chifres.

Em hipótese alguma a deixe desconfiar do fato de
você estar saindo com outra. Essa mera suposição da
parte delas dá ensejo a um 'chifre' tão estrondoso
que quando você acordar, meu amigo, já existirá alguém
MUITO MAIS 'comedor' do que você...só que o prato
principal, bem...dessa vez é a SUA mulher.

Sabe aquele bonitão que, você sabe, sairia com a sua
mulher a qualquer hora. Bem... De repente a recíproca
também pode ser verdadeira. Basta ela, só por um
segundo, achar que você merece...
Quando você reparar... Já foi.

Tente estar menos 'cansado'. A 'mulher moderna' também
trabalhou o dia inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego
para - como diziam os homens de antigamente - 'dar
uma', para depois, virar pro lado e simplesmente dormir.

Volte a fazer coisas do começo da relação.
Se quando começaram a sair viviam se cruzando em 'baladas',
'se pegando' em lugares inusitados, trocavam e-mails ou
telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito
grande, e a de sentir falta disso então é imensa.
A 'mulher moderna' não pode sentir falta dessas coisas...
senão...

Deste modo, se você está ao lado de uma mulher de quem
realmente gosta e tem plena consciência de que, atualmente o
mercado não está pra peixe (falemos de qualidade),
pense bem antes de dar alguma dessas 'mancadas'... Proteja-a,
ame-a, e, principalmente, faça-a saber disso.

Ela vai pensar milhões de vezes antes de dar bola pra
aquele 'bonitão' que vive enchendo-a de olhares...
e vai continuar, sem dúvidas, olhando só pra você!

Arnaldo Jabor

Aprenderam meninos?


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

OS HOMENS DESEJAM AS MULHERES QUE NÃO EXISTEM

 

Está na moda - muitas mulheres ficam em acrobáticas posições ginecológicas para raspar os pêlos pubianos nos salões de beleza. Ficam penduradas em paus-de-arara e, depois, saem felizes com apenas um canteirinho de cabelos, como um jardinzinho estreito, a vereda indicativa de um desejo inofensivo e não mais as agressivas florestas que podem nos assustar. Parecem uns bigodinhos verticais que (oh, céus!...) me fazem pensar em... Hitler.

Silicone, pêlos dourados, bumbuns malhados, tudo para agradar aos consumidores do mercado sexual. Olho as revistas povoadas de mulheres lindas... e sinto uma leve depressão, me sinto mais só, diante de tanta oferta impossível. Vejo que no Brasil o feminismo se vulgarizou numa liberdade de "objetos", produziu mulheres livres como coisas, livres como produtos perfeitos para o prazer.

A concorrência é grande para um mercado com poucos consumidores, pois há muito mais mulher que homens na praça (e-mails indignados virão...) Talvez este artigo seja moralista, talvez as uvas da inveja estejam verdes, mas eu olho as revistas de mulher nua e só vejo paisagens; não vejo pessoas com defeitos, medos. Só vejo meninas oferecendo a doçura total, todas competindo no mercado, em contorções eróticas desesperadas porque não têm mais o que mostrar. Nunca as mulheres foram tão nuas no Brasil; já expuseram o corpo todo, mucosas, vagina, ânus.

O que falta? Órgãos internos? Que querem essas mulheres? Querem acabar com nossos lares? Querem nos humilhar com sua beleza inconquistável? Muitas têm boquinhas tímidas, algumas sugerem um susto de virgens, outras fazem cara de zangadas, ferozes gatas, mas todas nos olham dentro dos olhos como se dissessem: "Venham... eu estou sempre pronta, sempre alegre, sempre excitada, eu independo de carícias, de romance!..."

Sugerem uma mistura de menina com vampira, de doçura com loucura e todas ostentam uma falsa tesão devoradora. Elas querem dinheiro (claro), marido, lugar social, respeito, mas posam como imaginam que os homens as querem.

Ostentam um desejo que não têm e posam como se fossem apenas corpos sem vida interior, de modo a não incomodar com chateações os homens que as consomem.

A pessoa delas não tem mais um corpo; o corpo é que tem uma pessoa, frágil, tênue, morando dentro dele.

Mas, que nos prometem essas mulheres virtuais? Um orgasmo infinito? Elas figuram ser odaliscas de um paraíso de mercado, último andar de uma torre que os homens atingiriam depois de suas Ferraris, seus Armanis, ouros e sucesso; elas são o coroamento de um narcisismo yuppie, são as 11 mil virgens de um paraíso para executivos. E o problema continua: como abordar mulheres que parecem paisagens?

Outro dia vi a modelo Daniela Cicarelli na TV. Vocês já viram essa moça? É a coisa mais linda do mundo, tem uma esfuziante simpatia, risonha, democrática, perfeita, a imensa boca rósea, os "olhos de esmeralda nadando em leite" (quem escreveu isso?), cabelos de ouro seco, seios bíblicos, como uma imensa flor de prazeres. Olho-a de minha solidão e me pergunto: "Onde está a Daniela no meio desses tesouros perfeitos? Onde está ela?" Ela deve ficar perplexa diante da própria beleza, aprisionada em seu destino de sedutora, talvez até com um vago ciúme de seu próprio corpo. Daniela é tão linda que tenho vontade de dizer: "Seja feia..."

Queremos percorrer as mulheres virtuais, visitá-las, mas, como conversar com elas? Com quem? Onde estão elas? Tanta oferta sexual me angustia, me dá a certeza de que nosso sexo é programado por outros, por indústrias masturbatórias, nos provocando desejo para me vender satisfação. É pela dificuldade de realizar esse sonho masculino que essas moças existem, realmente. Elas existem, para além do limbo gráfico das revistas. O contato com elas revela meninas inseguras, ou doces, espertas ou bobas, mas, se elas pudessem expressar seus reais desejos, não estariam nas revistas sexy, pois não há mercado para mulheres amando maridos, cozinhando felizes, aspirando por namoros ternos. Nas revistas, são tão perfeitas que parecem dispensar parceiros, estão tão nuas que parecem namoradas de si mesmas. Mas, na verdade, elas querem amar e ser amadas, embora tenham de ralar nos haréns virtuais inventados pelos machos. Elas têm de fingir que não são reais, pois ninguém quer ser real hoje em dia - foi uma decepção quando a Tiazinha se revelou ótima dona de casa na Casa dos Artistas, limpando tudo numa faxina compulsiva.

Infelizmente, é impossível tê-las, porque, na tecnologia da gostosura, elas se artificializam cada vez mais, como carros de luxo se aperfeiçoando a cada ano. A cada mutação erótica, elas ficam mais inatingíveis no mundo real. Por isso, com a crise econômica, o grande sucesso são as meninas belas e saradas, enchendo os sites eróticos da internet ou nas saunas relax for men, essa réplica moderna dos haréns árabes. Essas lindas mulheres são pagas para não existir, pagas para serem um sonho impalpável, pagas para serem uma ilusão. Vi um anúncio de boneca inflável que sintetizava o desejo impossível do homem de mercado: ter mulheres que não existam... O anúncio tinha o slogan em baixo: "She needs no food nor stupid conversation." Essa é a utopia masculina: satisfação plena sem sofrimento ou realidade.

A democracia de massas, mesclada ao subdesenvolvimento cultural, parece "libertar" as mulheres. Ilusão à toa. A "libertação da mulher" numa sociedade ignorante como a nossa deu nisso: superobjetos se pensando livres, mas aprisionadas numa exterioridade corporal que apenas esconde pobres meninas famintas de amor e dinheiro. A liberdade de mercado produziu um estranho e falso "mercado da liberdade". É isso aí. E ao fechar este texto, me assalta a dúvida: estou sendo hipócrita e com inveja do erotismo do século 21? Será que fui apenas barrado do baile?

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A pílula mágica, as crianças e o amor


Há quem diga que o amor é algo sublime, um sentimento bom que deixa as pessoas mais felizes e solidárias. Concordo. Mas há quem confunda amor com falta de amor próprio, com obsessão, com sentimentos de posse e por aí vai. O amor é um sentimento perigoso que deixa os seres apaixonados vulneráveis e sujeitos à mudanças na personalidade.
Um exemplo perfeito do quão perigoso o amor pode ser são as mulheres. Você cara leitora deve está nesse exato momento pensando ou até mesmo falando em voz alta várias palavras indelicadas contra mim, bem no estilo: "essa #*+%#" fica falando da própria classe" , "odeio esse blog" , filha da "#@&¨" ou outras coisas palavras que sua imaginação fértil permitir. Mas ao contrário do que possa parecer não venho aqui nesse post falar mal das mulheres quando se apaixonam (nem falar dos homens apaixonados também), venho fazer um alerta contra a perda de amor próprio.
A seguir uma conversa de msn entre eu e minha querida e apaixonada (para não dizer tola) amiga:
Nessa: a gente num fez a contagem naquele dia?
Amiga : pq eu e o meu palhacinho
Nessa: tu fez de novo?
Amiga: foi
Amiga: não tinha camisinha
Nessa: eitaa
Amiga: ai sou burra
Amiga: e cai na dele de tirar
Amiga: amanha as 6:40 vou tomar outra pílula do dia seguinte
Nessa: e na próxima vez se não usar camisinha
Nessa: tipo fecha as pernas e vai embora
Nessa: tomar um banhoo geladooooooo
Amiga: realmente
Amiga: eu ia fazer isso Manu
Amiga: eu juro
Amiga: mas ele me controla
Amiga: tipo vou te explicar como é
Amiga: eu digo assim
Amiga: vou pela direita, mas se ele disser vai pela esquerda
Amiga: não tem jeito
Amiga: vou pra esquerda
Amiga: não consigo me controlar
Amiga: e a melhor parte
Nessa: tem melhor parte?
Amiga: ele ligou pra mãe dele pedindo pra ela comprar a pílula
O nível de maturidade deste casal é impressionante! Minha amiga de 23 com seu “ficante” de 18 anos, dos dois eu não sei quem é a criança. Ou será que a criança ainda vai nascer?! Pelo bem de todos e, principalmente da inocente criança, esperamos que a tal pílula faça efeito.
Agora me digam, depois de ler essa conversa vocês acham que isso é amor? Quem ama não controla e quem ama também não se diminui para deixar que as vontades do outro se sobressaiam.
Você leitora pode até está pensando que tipo de amiga eu sou, que ao invés de estar postando uma conversa íntima eu deveria está consolando a minha amiga e dizendo que: a pílula que ela tomou não vai deixar com que ela fique grávida; mas se ela ficar grávida o garoto vai assumir sua responsabilidade; que depois de umas brigas a mãe dela vai aceitar o netinho ou netinha numa boa; que ela vai recuperar o semestre trancado na faculdade por causa da gravidez; que as noites de festas perdidas no auge dos seus 23 anos não serão nada se comparadas as noites que ela passará balançando o berço do seu filho ou filha; que as dores que ela sentirá no parto também não serão nada se comparadas as dores que ela sentiu quando perdeu a virgindade (que só para constar foi com esse mesmo carinha de 18 anos); que os quilos a mais que ela ganhará na gravidez serão poucos se comparados as rugas de preocupação que seu filho ou filha irá lhe causar e outras coisinhas mais.

Não falo só do risco de poder engravidar, afinal minha amiga está somente ficando com o tal garoto controlador e quem garante que ele não transe com outras sem camisinha também? Eu que não garanto nada.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O Vestido Velho...



Dizem que os ex-namorados são como vestidos velhos para as mulheres. Quando olhamos uma foto nossa com eles, não acreditamos que tivemos coragem de sair com aquilo. 

Ofensas à parte, o fato é que temos um (ou vários) vestido velho dentro do armário que vez por outra costuma reaparecer dentre as opções de roupas novas. E por incrível que pareça sempre nos deixam desconsertadas.

Seja por estarem com outras namoradas (lindas infelizmente) enquanto nós ainda estamos sofrendo por eles, seja por nós estarmos vestidas com qualquer roupa no momento em que os encontramos casualmente no supermercado (lembrar de ir bem vestida para todo lugar agora) ou quando eles simplesmente aparecem muito mais bonitos e charmosos na nossa frente depois de acharmos que finalmente o esquecemos (doce ilusão!).

Quando isso acontece os primeiros pensamentos que nos vem à mente (pelo menos na minha) é: será que fiz certo em terminar com ele? Será que ainda gosto dele? Será que ele ainda gosta de mim?

Se estivermos solteiras é muito difícil para nós resistir à tentação de uma recaída. Por um tempo até pode ser legal uma relação com um ex-namorado, afinal você não tem que aturar mais os defeitos dele. Os encontros casuais são flores, somente as partes boas são revividas. Nada de ver os defeitos, de aturar os gostos horríveis dele ao escolher um filme nem de ouvir as músicas ruins dele.

Mas aí você começa a sentir falta de uma relação de verdade, de brigar por certas coisas e de reclamar de alguns defeitos. É aí que olhamos o nosso vestido velho e vemos que ele não faz mais parte do nosso estilo, que queremos roupas novas, marcas novas. Que o melhor que temos que fazer (antes de entrarmos num ciclo vicioso que só nos faz mal) é doar aquele vestido, que nos trouxe muitos momentos felizes, mas que agora já não nos serve mais.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

NAMORADO vs AMIGA


Esse assunto é cheio de polemica.
Quem nunca teve um namorado que implicava com sua amiga ou vice-versa.
Lembro de um certo menino que era namorado de uma grande amiga minha chamada K.
Éramos amigas inseparáveis e sempre dei muito apoio durante o namoro.
Porém o seu namorado não ia muito com a minha cara.
Acho que era pelo fato de eu ser solteira e medo de que eu a influenciasse contra ele (confesso que ela era muito fácil de influenciar).
Então passou-se algum tempo...
O relacionamento dos dois estava nas últimas, ela me enchia os ouvidos falando dele mas eu não queria me meter na vida deles.
Não dava minha opinião pra não me comprometer (nessas horas nada melhor que seguir seus próprios sentidos).
Eles viviam terminando e voltando, então um certo dia, em uma certa festa ele queria ficar comigo. Achei super esquisito pois eles tinham terminado o namoro (novamente) há pouco tempo.
É claro que não aceitei e durante a semana seguinte, eu como sempre fui muito sincera com ela, resolvi falar o acontecido.
Pedi então que ela não contasse isso pra ele, pois não tinha mais nada a ver, já que os dois tinham terminado definitivamente.
No final das contas ela acabou contando pra ele, sendo que ele disse que era eu que tinha dado em cima dele. E acredite se quiser ela acreditou nele!
Eu, amiga de anos, companheira, levei o nome de falsa: a "Mamba Negra"(pra quem não sabe é uma espécie de cobra muuuuuuito venenosa!).
Os dois se afastaram de mim, foi um momento muito difícil pois ela era a única amiga que eu tinha , quer dizer tinha outras mas não como ela, pois eu era muito fechada antigamente.
Me senti sozinha e muito triste mas dei a volta por cima e me aproximei de quem realmente queria minha amizade.
O que mais me chateou é por saber que ela trocou minha amizade por causa de um homem.
No final das contas ela se arrependeu do que aconteceu, pena que já era tarde pois nossa amizade nunca mais foi a mesma.
E depois de um bom tempo ele a largou, nós viramos amigos e até ficamos.
Ele agora é mais próximo de mim do que ela que tomou chá de sumiço.

Depois dessa historia creio que tenha surgido duas perguntas.

Devo ficar com um menino que minha amiga gosta ou está afim?
Primeiro você tem que colocar na balança o que é mais importante pra você: a amiga ou o love.
Certifique-se também se ela realmente gosta do rapaz ou se é apenas uma leve atração.
Agora caso você realmente esteja apaixonada por ele converse com sua amiga, seja sincera siga o seu coração e seja feliz!

Como reagir se descobrir que o menino que gosto esta afim de minha amiga?
Nesse caso não se tem muita opção.
Ja que é com ela que ele quer ficar, siga em frente e encontre outro gatinho.
Brigar por homem não vale a pena.

Na minha sincera e simples opinião eu não ficaria com um menino que minha amiga gosta.
E se estivesse apaixonada realmente por ele eu abria o jogo com ela.

Por isso menina cuidado com os atos pra não perder uma amizade verdadeira ou o amor da sua vida!

Mas lembre-se:
AMIZADES VERDADEIRAS SÃO ETERNAS, HOMENS NÃO!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Crônica do Amor



Prefiro não falar nada de mim. Apenas leiam!



"Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa."

Arnaldo Jabor

Caça virtual as Exs!





Começo de namoro é sempre um mar de rosas, meu amor pra lá, meu amor pra cá, declarações intermináveis. Tudo vai bem até que, de repente, aquela sua amiga solteira e invejosa (sim, todas temos uma amiga, colega, prima ou conhecida desse tipo) faz a seguinte pergunta:
- Tu já viu as fotos das exs namoradas dele? Tu é mais bonita que elas?
Pronto, está aberta a temporada de dúvidas nas nossas cabeças. Porém, como somos mulheres finas e elegantes (e nunca, jamais descemos do salto), dizemos com a maior naturalidade:
- Já sim, elas eram horríveis, amiga. Ele finalmente achou uma mulher decente, eu. (mentira!)
Ao chegar em casa corremos como umas loucas para o computador, é chegada a hora da caça virtual as exs! E para isso vale fuçar tudo: orkut, msn, facebook, twitter, blog, fotolog e o que mais ela tiver. Para nossa sorte, uma das exs tem o álbum aberto. E a felicidade aumenta quando vemos que a tal ex não passou nem perto da fila da beleza. Obrigada, Deus!
Mas como o mundo não é feito só de barangas e trubufus, sempre tem aquela ex gostosa e simpática que acaba conosco. Óh Deus ela poderia ter nascido com mau hálito ou ter piolhos, mas não a menina é perfeita! Que ódio!
Mas a grande pergunta é: porque nós mulheres nos submetemos a essa caçada ridícula? Será insegurança, raiva, vaidade ou só curiosidade?
Talvez não seja uma coisa ou outra, talvez seja tudo isso miturado e junto com outros fatores. Quando temos curiosidade para saber com quem nosso atual namorado já ficou ou namorou é porque (inconscientemente, talvez) queremos saber se estamos em um nível mais elevado. Aí entra a vaidade, porque queremos ser melhores para nosso amado em tudo, inclusive na beleza. Afinal, as pessoas tendem a evoluir e não a regredir. Se um homem ou uma mulher terminam um relacionamento, é de se esperar que o próximo parceiro/parceira seja no mínimo melhor que o antigo.
Então pode entrar na caçada as exs, o que só não pode é ficar neurótica e começar com ciúmes bobos e brigar com o namorado por isso. E caso encontre uma ex gostosa e simpática, nem pense em se achar menos que ela. As pessoas são diferentes (graças a Deus) e todas tem suas qualidades.É verdade que em algumas pessoas demoramos a percebê-las, mas se procurarmos direito e tivermos um pouco de paciência vamos encontrar algumas qualidades sim.
Aproveite essa caçada para conhecer um pouco mais sobre seu namorado, sobre os amigos dele, sobre a vida dele antes de te conhecer. E lembre-se: se ele está com você é porque é com você que ele quer ficar e não com nenhuma ex! Então deixe a despacho de macumba no lugar de onde ela nunca deveria ter saído, no passado! Aproveite seu amor ao máximo e seja feliz!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Gosto é discutível sim!

Caros mutantes...


ATENÇÃO! Se você tem mania de teimar em afirmar que "gosto é gosto e não se discute", tenha muito cuidado, pois o texto que se segue pode te confrontar com o seu maior medo... O NOVO! hauahuahau


  Permita-me inicialmente chamar você de mutante, sem ofensas. Não precisamente um Homem-aranha, a Tempestade ou um personagem do Heroes -, mas que voce se transforma constantemente, eu garanto. Palavra de escoteiro! Ou de honra. Ou de honra de escoteiro... como preferir.
  Não estou aqui pra falar da questão biológica e vir com aquele papo de que as células do nosso corpo vão morrendo e dando lugar a novas e que isso faz com que estejamos sempre nos renovando e nunca sejamos os mesmos - embora tenhamos aí uma informação bem interessante pra quem não tinha conhecimento deste fato. Legal né? Sim. Mas pularemos este debate...
  A questão aqui é: o nosso gosto é discutível, sim, e por isso ele muda. Claro que ninguém precisa levantar a voz, ofender a mãe ou sentar a mão na cara do colega. E também não há necessidade de dizer que o gosto do outro é uma #&*%@ e que o nosso é o que há de mais cool e in e uhull! O lance é que uma boa conversa pode nos mostrar outros pontos de vista, outras referências, e nos permitir uma nova relação com uma banda, uma música, um filme, por exemplo.
  A nossa percepção da vida e do mundo, a relação que estabelecemos com tudo o que está ao nosso redor está condicionada a quem somos, qual é a nossa história até aquele momento, que referências temos... E, com o tempo, vivenciamos novas situações, crescemos, nos modificamos e ... TCHANAM! Quando vê, você deixou de gostar de Justin Bieber e passou a curtir The Kooks, David Guetta, P!nk, sei lá! Mas o que importa é que mudou. O corpo cresce e as ideias amadurecem - caminho inevitável, sem escapatória ou retorno. Mais fácil fugir de Azkaban do que disso...
  A conclusão desse passeio textual é que há uma lacuna imensa, em branco, à nossa frente, que a gente chama de futuro. Nessa trajetória mudaremos todos, incontáveis vezes, e não devemos ter medo disso. Por essa estrada só permanece igual quem morreu, só empaca personagem de ficção e só permanece congelado o Homem de Gelo mesmo. 
  Pronto, mudei!


Artigo tirado da revista its e escrito por Igor Lima.

Medo da Coleira!


Nunca entendi o tal medo da coleira que os homens têm. Nunca. Perguntem-me sobre esquizofrenia, fobias, distúrbios do sono e posso apontar-lhes algumas explicações, mas nunca, nada que envolva a aversão masculina à bola de ferro imaginária pareceu apresentar alguma lógica para mim.

Quem, geralmente, inicia um relacionamento atribuindo a ele o título de “namoro” é o homem, porque ele quaaase sempre é quem faz o pedido; a mulher concorda e pronto: temos um casal namorando! Acontece que no momento do pedido é o sujeito quem amarra a bola de ferro imaginária no próprio tornozelo (e no da guria!)... a tal bola com a qual passará a travar grandes batalhas durante todo o relacionamento!

Basta um comentário maldoso do amigo: “tá na coleirinha, hein?” para que o rapaz reaja tooodo defendido “não, não, coleira nunca!”
E aí, como se devesse afirmar os limites de sua liberdade, o homem nega, tenta provar a todo custo que não é controlado pela “patroa”, que não é pau mandado nem adestrado e rebela-se. Mas vamos retornar às origens das coisas...

Se tudo começa com a mãe, a lógica deve ser por aí, né? Então eles tiveram uma figura feminina que exercia certa (talvez até traumática) autoridade em suas vidas, que lhes ensinou condutas e que, persistentemente, tentou botá-los na linha para seguirem-nas. O.k.! Mas se você NÃO é mãe dele, isso já deveria ser um bom começo... ou não?

A segunda coisa a se observar bem é o relacionamento dos pais; se o cara cresce vendo a mãe ser a dominante na relação e o pai sendo o Sr.Banana claaaaaaaaaaaaaaaaro q ele se sente ameaçado por uma figura feminina e então “amarrar o burro” seria sinônimo de repetir essa relação.

Aqui cabe a reflexão: mas não há uma escolha quando o cara torna-se Banana? Quando a mulher fala “pula” e ele só pergunta em qual altura? Cada um assume o papel que bem quer...
E ainda, um terceiro elemento que não poderia ficar de fora do post é: há uma cisma masculina de que mulher quer compromisso a todo custo. Acham que o tabuleiro do nosso jogo sempre tem em vista uma aliança dourada e uma cozinha com geladeira de inox, e bom, minhas caras, nós sabemos que não é bem assim. Ás vezes queremos (um dia, quem sabe) às vezes queremos bastante (mas não morreremos sem isso), às vezes não queremos de jeito nenhum, mas sobretudo, querendo compromisso ou não, as mulheres também tem uma vida e metas que não se focam só em relacionamentos, mas na VIDA.

Acho que é nisso que o medo da coleira reside, no medo de deixar de ter uma vida por estar com alguém. O medo de que alguém roube seu amado espaço, seu tempo para fazer as coisas agradáveis e prazerosas que fazem com que cada um se sinta mais vivo.
Mas colocar limites ou não, conversar sobre isso, delinear a fronteira entre o que é vivência a dois e o que é dependência e invasão fica a cargo do casal. Tendo isso esclarecido, o medo se torna irracional e a bola de ferro imaginária tem tudo para sumir.

Ah, o amor...


Olha só o que eu achei pela net, no site do UOL:


Casais brigam, em média, 312 vezes por ano, aponta pesquisa


Um casal têm, em média, 312 discussões por ano. A constatação é fruto de uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha. Foram ouvidas 3 mil pessoas e diversas peculiaridades da vida conjugal foram descobertas. A pesquisa foi encomendada por um varejista online que comercializa artigos para banheiros.

Um dado curioso, por exemplo, é que as brigas ocorrem mais às quintas-feiras por volta das 20 horas e duram cerca de dez minutos.

Uma das constatações do levantamento foi que a maioria dos casais briga por motivos banais, como não abaixar a tampa da privada, assistir novelas, deixar xícaras espalhadas pela casa.

Algumas reclamações são típicas de cada sexo. Não abaixar a tampa da privada ou deixá-la suja, deixar toalha molhada no chão ou na cama e não dar descarga são reclamações femininas. Já os homens reclamam que as mulheres demoram a se arrumar, deixam lenços espalhados pela casa e reclamam dos afazeres domésticos. Porém, as queixas sobre deixar as luzes acesas, acumular entulhos e não recolher as xícaras espalhadas pela casa são comuns em ambos os sexos.
Dos três mil entrevistados, 80% afirmaram que sempre são “obrigados” a limpar a sujeira do companheiro.

A pesquisa apontou também que um em cada cinco homens entrevistados afirmaram que cogitam a separação como solução para essas brigas banais.

Veja os motivos mais comuns de discussões entre os casais:

Hábitos que irritam as mulheres:
1. Deixar pelos na pia

2. Deixar a privada suja

3. "Sapear" entre canais de TV

4. Não trocar o rolo de papel higiênico

5. Não abaixar a tampa da privada

6. Deixar as luzes acesas

7. Xícaras sujas pela casa

8. Toalhas molhadas no chão ou na cama

9. Acumular pertences

10. Não dar descarga


E os hábitos que mais irritam os homens:
1. Demorar para ficar pronta

2. Reclamar que ele não faz nada

3. Deixar as luzes acesas

4. Entupir o ralo do chuveiro com cabelo

5. Acumular pertences

6. Encher a lata de lixo além da capacidade

7. Deixar lenços de papel pela casa

8. Xícaras sujas pela casa

9. ’Surfar’ entre canais de TV

10. Assistir a novelas

Agora, se o ano tem 365 dias, é sério mesmo que passamos cerca de 85% desse tempo criando rugas com planos de matar o nosso parceiro?! Brincadeira...

Posso errar? (Excelente!)

Por Leila Ferreira

Há pouco tempo fui obrigada a lavar meus cabelos com o xampu "errado". Foi num hotel, onde cheguei pouco antes de fazer uma palestra e, depois de ver que tinha deixado meu xampu em casa, descobri que não havia farmácia nem shopping num raio de 10 quilômetros. A única opção era usar o dois-em-um (xampu com efeito condicionador) do kit do hotel. Opção? Maneira de dizer. Meus cabelos, superoleosos, grudam só de ouvir a palavra "condicionador". Mas fui em frente. Apliquei o produto cautelosamente, enxaguei, fiz a escova de praxe e... surpresa! Os cabelos ficaram soltos e brilhantes — tudo aquilo que meus nove vidros de xampu "certo" que deixei em casa costumam prometer para nem sempre cumprir. Foi aí que me dei conta do quanto a gente se esforça para fazer a coisa certa, comprar o produto certo, usar a roupa certa, dizer a coisa certa — e a pergunta que não quer calar é: certa pra quem? Ou: certa por quê?

O homem certo, por exemplo: existe ficção maior do que essa? Minha amiga se casou com um exemplar da espécie depois de namorá-lo sete anos. Levou um mês para descobrir que estava com o marido errado. Ele foi "certo" até colocar a aliança. O que faz surgir outra pergunta: certo até quando? Porque o certo de hoje pode se transformar no equívoco monumental de amanhã. Ou o contrário: existem homens que chegam com aquele jeito de "nada a ver", vão ficando e, quando você se assusta, está casada — e feliz — com um deles.

E as roupas? Quantos sábados você já passou num shopping procurando o vestido certo e os sapatos certos para aquele casamento chiquérrimo e, na hora de sair para a festa, você se olha no espelho e tem a sensação de que está tudo errado? As vendedoras juraram que era a escolha perfeita, mas talvez você se sentisse melhor com uma dose menor de perfeição. Eu mesma já fui para várias festas me sentindo fantasiada. Estava com a roupa "certa", mas o que eu queria mesmo era ter ficado mais parecida comigo mesma, nem que fosse para "errar".

Outro dia fui dar uma bronca numa amiga que insiste em fumar, apesar dos problemas de saúde, e ela me respondeu: "Eu sei que está errado, mas a gente tem que fazer alguma coisa errada na vida, senão fica tudo muito sem graça. O que eu queria mesmo era trair meu marido, mas isso eu não tenho coragem. Então eu fumo". Sem entrar no mérito da questão — da traição ou do cigarro — concordo que viver é, eventualmente, poder escorregar ou sair do tom. O mundo está cheio de regras, que vão desde nosso guarda-roupa, passando por cosméticos e dietas, até o que vamos dizer na entrevista de emprego, o vinho que devemos pedir no restaurante, o desempenho sexual que nos torna parceiros interessantes, o restaurante que está na moda, o celular que dá status, a idade que devemos aparentar. Obedecer, ou acertar, sempre é fazer um pacto com o óbvio, renunciar ao inesperado.
O filósofo Mario Sergio Cortella conta que muitas pessoas se surpreendem quando constatam que ele não sabe dirigir e tem sempre alguém que pergunta: "Como assim?! Você não dirige?!". Com toda a calma, ele responde: "Não, eu não dirijo. Também não boto ovo, não fabrico rádios — tem um punhado de coisas que eu não faço". Não temos que fazer tudo que esperam que a gente faça nem acertar sempre no que fazemos. Como diz Sofia, agente de viagens que adora questionar regras: "Não sou obrigada a gostar de comida japonesa, nem a ter manequim 38 e, muito menos, a achar normal uma vida sem carboidratos". O certo ou o "certo" pode até ser bom. Mas às vezes merecemos aposentar régua e compasso.

(Leila Ferreira é jornalista, apresentadora de TV e autora do livro Mulheres – Por que será que elas..., da Editora Globo)

Para descontrair a sexta-feira ; )

Casal perfeito 

Era uma vez um homem perfeito que conheceu uma mulher perfeita.

Namoraram e um dia se casaram. Formavam um casal perfeito.

Numa noite de Natal, ia o casal perfeito, por uma estrada deserta, quando viram alguém no acostamento pedindo ajuda.

Como eram pessoas perfeitas, pararam para ajudar.

Essa pessoa era nada mais nada menos do que Papai Noel, cujo trenó havia enguiçado.

Não querendo deixar milhões de crianças decepcionadas, o casal perfeito se ofereceu para ajudá-lo a distribuir os presentes.

O bom velhinho entrou no carro e lá foram eles. Infelizmente o carro se envolveu em um acidente e somente um dos três ocupantes sobreviveu.




Pergunta:

Quem foi o sobrevivente do trágico acidente?
A mulher perfeita, o homem perfeito ou o Papai Noel?

(leia mais abaixo)


















Resposta: A mulher perfeita sobreviveu.

Na verdade, ela era a única personagem real dessa história. Todo mundo sabe que Papai Noel e homem perfeito não existem.

Se você é mulher, pode fechar a mensagem, a piada acaba aqui.

(Homens podem continuar lendo abaixo)


















Agora, se Papai Noel não existe, nem homem perfeito,

fica claro que quem dirigia era a mulher

- o que explica o acidente...







............OBS: Se você é mulher e leu até aqui, fica provada mais uma teoria:
mulheres são curiosas, metem o bedelho onde não são chamadas e são incapazes de seguir instruções.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O que fazer se a relação está em crise?

Você e seu parceiro sempre foram muito felizes e tudo até mesmo parecia um conto de fadas. Mas, de repente, com o passar da convivência, vocês começaram a não se entender mais tão bem assim. Chegou a chamada fase de "crise" no relacionamento e nessas horas uma questão que não sai da sua cabeça é o que fazer para poder dar um "chega para lá" nisso?



A psicóloga e neuropsicóloga Adriana Falcão Duarte, explica que geralmente chamamos de crise tudo que sai fora de um padrão ou de uma rotina e que não estamos prontos para lidar com mudanças, até mesmo aspositivas. Para Márcia Corrêa, que também é psicóloga, os relacionamentos passam por crises porque basicamente todas as pessoas mudam todos os dias. "Ninguém nunca é a mesma pessoa do dia anterior e nem sempre as mudanças são melhores para ambas as partes. Daí, começam as divergências", afirma.

Se você se encontra nesta situação em que tudo o que o outro diz parece irritá-la ou então, aquilo que você tanto admirava virou um tormento no seu dia-a-dia, não é preciso se desesperar. Para o psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Junior, a crise permite uma nova construção, um novo projeto de vida conjunta para o futuro do casal. "É uma possibilidade de os parceiros 'se casarem novamente' e desta vez ser um casamento que sirva para ambos e sobre o qual os dois tenham poder de dirigir", conta Rodrigues.

O psicoterapeuta diz que a melhor maneira de lidar com as fases ruins de uma relação é aprender a administrar as emoções e lidar com elas. "Devemos começar olhando o que precisa ser mudado e o que pode ser aproveitado em um momento de crise". Segundo ele, é preciso ter consciência de que as crises não serão evitadas e por isso, as mudanças devem ser vistas como um novo ânimo para o casal.

Na opinião da psicóloga Márcia Corrêa, sem dúvida o diálogo é a chave da solução de qualquer crise. "A pessoa deve falar o que sente e o que pensa, tanto para criticar como para elogiar. O que o casal não pode fazer é acumular um monte de coisas - o famoso 'engolir sapo' - e falar todas as críticas negativas de uma vez durante uma crise, a exemplo de 'porque naquele dia do ano passado você fez tal coisa'. O casal também deve estar preparado para ouvir, isso é muito importante. Muitas pessoas gostam de falar e não gostam de ouvir", comenta.

Adriana Falcão Duarte ainda ressalta que se não houver respeito, confiança, companheirismo, verdade e sentimento, não existe mais relação. "Às vezes só conversar não basta para sair da crise e, nestes casos, procurar ajuda profissional pode resolver o impasse", declara.

A auxiliar administrativa de vendas Priscila Souza, 24 anos, que namora há um ano e dois meses, diz que a melhor forma de sair de uma crise é ter muita confiança em si mesma e não se desvalorizar. "Aceitar as diferenças de personalidade, evitar arrogância e resolver tudo numa boa conversa são algumas dicas para recomeçar um relacionamento".