segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A pílula mágica, as crianças e o amor


Há quem diga que o amor é algo sublime, um sentimento bom que deixa as pessoas mais felizes e solidárias. Concordo. Mas há quem confunda amor com falta de amor próprio, com obsessão, com sentimentos de posse e por aí vai. O amor é um sentimento perigoso que deixa os seres apaixonados vulneráveis e sujeitos à mudanças na personalidade.
Um exemplo perfeito do quão perigoso o amor pode ser são as mulheres. Você cara leitora deve está nesse exato momento pensando ou até mesmo falando em voz alta várias palavras indelicadas contra mim, bem no estilo: "essa #*+%#" fica falando da própria classe" , "odeio esse blog" , filha da "#@&¨" ou outras coisas palavras que sua imaginação fértil permitir. Mas ao contrário do que possa parecer não venho aqui nesse post falar mal das mulheres quando se apaixonam (nem falar dos homens apaixonados também), venho fazer um alerta contra a perda de amor próprio.
A seguir uma conversa de msn entre eu e minha querida e apaixonada (para não dizer tola) amiga:
Nessa: a gente num fez a contagem naquele dia?
Amiga : pq eu e o meu palhacinho
Nessa: tu fez de novo?
Amiga: foi
Amiga: não tinha camisinha
Nessa: eitaa
Amiga: ai sou burra
Amiga: e cai na dele de tirar
Amiga: amanha as 6:40 vou tomar outra pílula do dia seguinte
Nessa: e na próxima vez se não usar camisinha
Nessa: tipo fecha as pernas e vai embora
Nessa: tomar um banhoo geladooooooo
Amiga: realmente
Amiga: eu ia fazer isso Manu
Amiga: eu juro
Amiga: mas ele me controla
Amiga: tipo vou te explicar como é
Amiga: eu digo assim
Amiga: vou pela direita, mas se ele disser vai pela esquerda
Amiga: não tem jeito
Amiga: vou pra esquerda
Amiga: não consigo me controlar
Amiga: e a melhor parte
Nessa: tem melhor parte?
Amiga: ele ligou pra mãe dele pedindo pra ela comprar a pílula
O nível de maturidade deste casal é impressionante! Minha amiga de 23 com seu “ficante” de 18 anos, dos dois eu não sei quem é a criança. Ou será que a criança ainda vai nascer?! Pelo bem de todos e, principalmente da inocente criança, esperamos que a tal pílula faça efeito.
Agora me digam, depois de ler essa conversa vocês acham que isso é amor? Quem ama não controla e quem ama também não se diminui para deixar que as vontades do outro se sobressaiam.
Você leitora pode até está pensando que tipo de amiga eu sou, que ao invés de estar postando uma conversa íntima eu deveria está consolando a minha amiga e dizendo que: a pílula que ela tomou não vai deixar com que ela fique grávida; mas se ela ficar grávida o garoto vai assumir sua responsabilidade; que depois de umas brigas a mãe dela vai aceitar o netinho ou netinha numa boa; que ela vai recuperar o semestre trancado na faculdade por causa da gravidez; que as noites de festas perdidas no auge dos seus 23 anos não serão nada se comparadas as noites que ela passará balançando o berço do seu filho ou filha; que as dores que ela sentirá no parto também não serão nada se comparadas as dores que ela sentiu quando perdeu a virgindade (que só para constar foi com esse mesmo carinha de 18 anos); que os quilos a mais que ela ganhará na gravidez serão poucos se comparados as rugas de preocupação que seu filho ou filha irá lhe causar e outras coisinhas mais.

Não falo só do risco de poder engravidar, afinal minha amiga está somente ficando com o tal garoto controlador e quem garante que ele não transe com outras sem camisinha também? Eu que não garanto nada.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O Vestido Velho...



Dizem que os ex-namorados são como vestidos velhos para as mulheres. Quando olhamos uma foto nossa com eles, não acreditamos que tivemos coragem de sair com aquilo. 

Ofensas à parte, o fato é que temos um (ou vários) vestido velho dentro do armário que vez por outra costuma reaparecer dentre as opções de roupas novas. E por incrível que pareça sempre nos deixam desconsertadas.

Seja por estarem com outras namoradas (lindas infelizmente) enquanto nós ainda estamos sofrendo por eles, seja por nós estarmos vestidas com qualquer roupa no momento em que os encontramos casualmente no supermercado (lembrar de ir bem vestida para todo lugar agora) ou quando eles simplesmente aparecem muito mais bonitos e charmosos na nossa frente depois de acharmos que finalmente o esquecemos (doce ilusão!).

Quando isso acontece os primeiros pensamentos que nos vem à mente (pelo menos na minha) é: será que fiz certo em terminar com ele? Será que ainda gosto dele? Será que ele ainda gosta de mim?

Se estivermos solteiras é muito difícil para nós resistir à tentação de uma recaída. Por um tempo até pode ser legal uma relação com um ex-namorado, afinal você não tem que aturar mais os defeitos dele. Os encontros casuais são flores, somente as partes boas são revividas. Nada de ver os defeitos, de aturar os gostos horríveis dele ao escolher um filme nem de ouvir as músicas ruins dele.

Mas aí você começa a sentir falta de uma relação de verdade, de brigar por certas coisas e de reclamar de alguns defeitos. É aí que olhamos o nosso vestido velho e vemos que ele não faz mais parte do nosso estilo, que queremos roupas novas, marcas novas. Que o melhor que temos que fazer (antes de entrarmos num ciclo vicioso que só nos faz mal) é doar aquele vestido, que nos trouxe muitos momentos felizes, mas que agora já não nos serve mais.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

NAMORADO vs AMIGA


Esse assunto é cheio de polemica.
Quem nunca teve um namorado que implicava com sua amiga ou vice-versa.
Lembro de um certo menino que era namorado de uma grande amiga minha chamada K.
Éramos amigas inseparáveis e sempre dei muito apoio durante o namoro.
Porém o seu namorado não ia muito com a minha cara.
Acho que era pelo fato de eu ser solteira e medo de que eu a influenciasse contra ele (confesso que ela era muito fácil de influenciar).
Então passou-se algum tempo...
O relacionamento dos dois estava nas últimas, ela me enchia os ouvidos falando dele mas eu não queria me meter na vida deles.
Não dava minha opinião pra não me comprometer (nessas horas nada melhor que seguir seus próprios sentidos).
Eles viviam terminando e voltando, então um certo dia, em uma certa festa ele queria ficar comigo. Achei super esquisito pois eles tinham terminado o namoro (novamente) há pouco tempo.
É claro que não aceitei e durante a semana seguinte, eu como sempre fui muito sincera com ela, resolvi falar o acontecido.
Pedi então que ela não contasse isso pra ele, pois não tinha mais nada a ver, já que os dois tinham terminado definitivamente.
No final das contas ela acabou contando pra ele, sendo que ele disse que era eu que tinha dado em cima dele. E acredite se quiser ela acreditou nele!
Eu, amiga de anos, companheira, levei o nome de falsa: a "Mamba Negra"(pra quem não sabe é uma espécie de cobra muuuuuuito venenosa!).
Os dois se afastaram de mim, foi um momento muito difícil pois ela era a única amiga que eu tinha , quer dizer tinha outras mas não como ela, pois eu era muito fechada antigamente.
Me senti sozinha e muito triste mas dei a volta por cima e me aproximei de quem realmente queria minha amizade.
O que mais me chateou é por saber que ela trocou minha amizade por causa de um homem.
No final das contas ela se arrependeu do que aconteceu, pena que já era tarde pois nossa amizade nunca mais foi a mesma.
E depois de um bom tempo ele a largou, nós viramos amigos e até ficamos.
Ele agora é mais próximo de mim do que ela que tomou chá de sumiço.

Depois dessa historia creio que tenha surgido duas perguntas.

Devo ficar com um menino que minha amiga gosta ou está afim?
Primeiro você tem que colocar na balança o que é mais importante pra você: a amiga ou o love.
Certifique-se também se ela realmente gosta do rapaz ou se é apenas uma leve atração.
Agora caso você realmente esteja apaixonada por ele converse com sua amiga, seja sincera siga o seu coração e seja feliz!

Como reagir se descobrir que o menino que gosto esta afim de minha amiga?
Nesse caso não se tem muita opção.
Ja que é com ela que ele quer ficar, siga em frente e encontre outro gatinho.
Brigar por homem não vale a pena.

Na minha sincera e simples opinião eu não ficaria com um menino que minha amiga gosta.
E se estivesse apaixonada realmente por ele eu abria o jogo com ela.

Por isso menina cuidado com os atos pra não perder uma amizade verdadeira ou o amor da sua vida!

Mas lembre-se:
AMIZADES VERDADEIRAS SÃO ETERNAS, HOMENS NÃO!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Crônica do Amor



Prefiro não falar nada de mim. Apenas leiam!



"Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa."

Arnaldo Jabor

Caça virtual as Exs!





Começo de namoro é sempre um mar de rosas, meu amor pra lá, meu amor pra cá, declarações intermináveis. Tudo vai bem até que, de repente, aquela sua amiga solteira e invejosa (sim, todas temos uma amiga, colega, prima ou conhecida desse tipo) faz a seguinte pergunta:
- Tu já viu as fotos das exs namoradas dele? Tu é mais bonita que elas?
Pronto, está aberta a temporada de dúvidas nas nossas cabeças. Porém, como somos mulheres finas e elegantes (e nunca, jamais descemos do salto), dizemos com a maior naturalidade:
- Já sim, elas eram horríveis, amiga. Ele finalmente achou uma mulher decente, eu. (mentira!)
Ao chegar em casa corremos como umas loucas para o computador, é chegada a hora da caça virtual as exs! E para isso vale fuçar tudo: orkut, msn, facebook, twitter, blog, fotolog e o que mais ela tiver. Para nossa sorte, uma das exs tem o álbum aberto. E a felicidade aumenta quando vemos que a tal ex não passou nem perto da fila da beleza. Obrigada, Deus!
Mas como o mundo não é feito só de barangas e trubufus, sempre tem aquela ex gostosa e simpática que acaba conosco. Óh Deus ela poderia ter nascido com mau hálito ou ter piolhos, mas não a menina é perfeita! Que ódio!
Mas a grande pergunta é: porque nós mulheres nos submetemos a essa caçada ridícula? Será insegurança, raiva, vaidade ou só curiosidade?
Talvez não seja uma coisa ou outra, talvez seja tudo isso miturado e junto com outros fatores. Quando temos curiosidade para saber com quem nosso atual namorado já ficou ou namorou é porque (inconscientemente, talvez) queremos saber se estamos em um nível mais elevado. Aí entra a vaidade, porque queremos ser melhores para nosso amado em tudo, inclusive na beleza. Afinal, as pessoas tendem a evoluir e não a regredir. Se um homem ou uma mulher terminam um relacionamento, é de se esperar que o próximo parceiro/parceira seja no mínimo melhor que o antigo.
Então pode entrar na caçada as exs, o que só não pode é ficar neurótica e começar com ciúmes bobos e brigar com o namorado por isso. E caso encontre uma ex gostosa e simpática, nem pense em se achar menos que ela. As pessoas são diferentes (graças a Deus) e todas tem suas qualidades.É verdade que em algumas pessoas demoramos a percebê-las, mas se procurarmos direito e tivermos um pouco de paciência vamos encontrar algumas qualidades sim.
Aproveite essa caçada para conhecer um pouco mais sobre seu namorado, sobre os amigos dele, sobre a vida dele antes de te conhecer. E lembre-se: se ele está com você é porque é com você que ele quer ficar e não com nenhuma ex! Então deixe a despacho de macumba no lugar de onde ela nunca deveria ter saído, no passado! Aproveite seu amor ao máximo e seja feliz!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Gosto é discutível sim!

Caros mutantes...


ATENÇÃO! Se você tem mania de teimar em afirmar que "gosto é gosto e não se discute", tenha muito cuidado, pois o texto que se segue pode te confrontar com o seu maior medo... O NOVO! hauahuahau


  Permita-me inicialmente chamar você de mutante, sem ofensas. Não precisamente um Homem-aranha, a Tempestade ou um personagem do Heroes -, mas que voce se transforma constantemente, eu garanto. Palavra de escoteiro! Ou de honra. Ou de honra de escoteiro... como preferir.
  Não estou aqui pra falar da questão biológica e vir com aquele papo de que as células do nosso corpo vão morrendo e dando lugar a novas e que isso faz com que estejamos sempre nos renovando e nunca sejamos os mesmos - embora tenhamos aí uma informação bem interessante pra quem não tinha conhecimento deste fato. Legal né? Sim. Mas pularemos este debate...
  A questão aqui é: o nosso gosto é discutível, sim, e por isso ele muda. Claro que ninguém precisa levantar a voz, ofender a mãe ou sentar a mão na cara do colega. E também não há necessidade de dizer que o gosto do outro é uma #&*%@ e que o nosso é o que há de mais cool e in e uhull! O lance é que uma boa conversa pode nos mostrar outros pontos de vista, outras referências, e nos permitir uma nova relação com uma banda, uma música, um filme, por exemplo.
  A nossa percepção da vida e do mundo, a relação que estabelecemos com tudo o que está ao nosso redor está condicionada a quem somos, qual é a nossa história até aquele momento, que referências temos... E, com o tempo, vivenciamos novas situações, crescemos, nos modificamos e ... TCHANAM! Quando vê, você deixou de gostar de Justin Bieber e passou a curtir The Kooks, David Guetta, P!nk, sei lá! Mas o que importa é que mudou. O corpo cresce e as ideias amadurecem - caminho inevitável, sem escapatória ou retorno. Mais fácil fugir de Azkaban do que disso...
  A conclusão desse passeio textual é que há uma lacuna imensa, em branco, à nossa frente, que a gente chama de futuro. Nessa trajetória mudaremos todos, incontáveis vezes, e não devemos ter medo disso. Por essa estrada só permanece igual quem morreu, só empaca personagem de ficção e só permanece congelado o Homem de Gelo mesmo. 
  Pronto, mudei!


Artigo tirado da revista its e escrito por Igor Lima.

Medo da Coleira!


Nunca entendi o tal medo da coleira que os homens têm. Nunca. Perguntem-me sobre esquizofrenia, fobias, distúrbios do sono e posso apontar-lhes algumas explicações, mas nunca, nada que envolva a aversão masculina à bola de ferro imaginária pareceu apresentar alguma lógica para mim.

Quem, geralmente, inicia um relacionamento atribuindo a ele o título de “namoro” é o homem, porque ele quaaase sempre é quem faz o pedido; a mulher concorda e pronto: temos um casal namorando! Acontece que no momento do pedido é o sujeito quem amarra a bola de ferro imaginária no próprio tornozelo (e no da guria!)... a tal bola com a qual passará a travar grandes batalhas durante todo o relacionamento!

Basta um comentário maldoso do amigo: “tá na coleirinha, hein?” para que o rapaz reaja tooodo defendido “não, não, coleira nunca!”
E aí, como se devesse afirmar os limites de sua liberdade, o homem nega, tenta provar a todo custo que não é controlado pela “patroa”, que não é pau mandado nem adestrado e rebela-se. Mas vamos retornar às origens das coisas...

Se tudo começa com a mãe, a lógica deve ser por aí, né? Então eles tiveram uma figura feminina que exercia certa (talvez até traumática) autoridade em suas vidas, que lhes ensinou condutas e que, persistentemente, tentou botá-los na linha para seguirem-nas. O.k.! Mas se você NÃO é mãe dele, isso já deveria ser um bom começo... ou não?

A segunda coisa a se observar bem é o relacionamento dos pais; se o cara cresce vendo a mãe ser a dominante na relação e o pai sendo o Sr.Banana claaaaaaaaaaaaaaaaro q ele se sente ameaçado por uma figura feminina e então “amarrar o burro” seria sinônimo de repetir essa relação.

Aqui cabe a reflexão: mas não há uma escolha quando o cara torna-se Banana? Quando a mulher fala “pula” e ele só pergunta em qual altura? Cada um assume o papel que bem quer...
E ainda, um terceiro elemento que não poderia ficar de fora do post é: há uma cisma masculina de que mulher quer compromisso a todo custo. Acham que o tabuleiro do nosso jogo sempre tem em vista uma aliança dourada e uma cozinha com geladeira de inox, e bom, minhas caras, nós sabemos que não é bem assim. Ás vezes queremos (um dia, quem sabe) às vezes queremos bastante (mas não morreremos sem isso), às vezes não queremos de jeito nenhum, mas sobretudo, querendo compromisso ou não, as mulheres também tem uma vida e metas que não se focam só em relacionamentos, mas na VIDA.

Acho que é nisso que o medo da coleira reside, no medo de deixar de ter uma vida por estar com alguém. O medo de que alguém roube seu amado espaço, seu tempo para fazer as coisas agradáveis e prazerosas que fazem com que cada um se sinta mais vivo.
Mas colocar limites ou não, conversar sobre isso, delinear a fronteira entre o que é vivência a dois e o que é dependência e invasão fica a cargo do casal. Tendo isso esclarecido, o medo se torna irracional e a bola de ferro imaginária tem tudo para sumir.

Ah, o amor...


Olha só o que eu achei pela net, no site do UOL:


Casais brigam, em média, 312 vezes por ano, aponta pesquisa


Um casal têm, em média, 312 discussões por ano. A constatação é fruto de uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha. Foram ouvidas 3 mil pessoas e diversas peculiaridades da vida conjugal foram descobertas. A pesquisa foi encomendada por um varejista online que comercializa artigos para banheiros.

Um dado curioso, por exemplo, é que as brigas ocorrem mais às quintas-feiras por volta das 20 horas e duram cerca de dez minutos.

Uma das constatações do levantamento foi que a maioria dos casais briga por motivos banais, como não abaixar a tampa da privada, assistir novelas, deixar xícaras espalhadas pela casa.

Algumas reclamações são típicas de cada sexo. Não abaixar a tampa da privada ou deixá-la suja, deixar toalha molhada no chão ou na cama e não dar descarga são reclamações femininas. Já os homens reclamam que as mulheres demoram a se arrumar, deixam lenços espalhados pela casa e reclamam dos afazeres domésticos. Porém, as queixas sobre deixar as luzes acesas, acumular entulhos e não recolher as xícaras espalhadas pela casa são comuns em ambos os sexos.
Dos três mil entrevistados, 80% afirmaram que sempre são “obrigados” a limpar a sujeira do companheiro.

A pesquisa apontou também que um em cada cinco homens entrevistados afirmaram que cogitam a separação como solução para essas brigas banais.

Veja os motivos mais comuns de discussões entre os casais:

Hábitos que irritam as mulheres:
1. Deixar pelos na pia

2. Deixar a privada suja

3. "Sapear" entre canais de TV

4. Não trocar o rolo de papel higiênico

5. Não abaixar a tampa da privada

6. Deixar as luzes acesas

7. Xícaras sujas pela casa

8. Toalhas molhadas no chão ou na cama

9. Acumular pertences

10. Não dar descarga


E os hábitos que mais irritam os homens:
1. Demorar para ficar pronta

2. Reclamar que ele não faz nada

3. Deixar as luzes acesas

4. Entupir o ralo do chuveiro com cabelo

5. Acumular pertences

6. Encher a lata de lixo além da capacidade

7. Deixar lenços de papel pela casa

8. Xícaras sujas pela casa

9. ’Surfar’ entre canais de TV

10. Assistir a novelas

Agora, se o ano tem 365 dias, é sério mesmo que passamos cerca de 85% desse tempo criando rugas com planos de matar o nosso parceiro?! Brincadeira...

Posso errar? (Excelente!)

Por Leila Ferreira

Há pouco tempo fui obrigada a lavar meus cabelos com o xampu "errado". Foi num hotel, onde cheguei pouco antes de fazer uma palestra e, depois de ver que tinha deixado meu xampu em casa, descobri que não havia farmácia nem shopping num raio de 10 quilômetros. A única opção era usar o dois-em-um (xampu com efeito condicionador) do kit do hotel. Opção? Maneira de dizer. Meus cabelos, superoleosos, grudam só de ouvir a palavra "condicionador". Mas fui em frente. Apliquei o produto cautelosamente, enxaguei, fiz a escova de praxe e... surpresa! Os cabelos ficaram soltos e brilhantes — tudo aquilo que meus nove vidros de xampu "certo" que deixei em casa costumam prometer para nem sempre cumprir. Foi aí que me dei conta do quanto a gente se esforça para fazer a coisa certa, comprar o produto certo, usar a roupa certa, dizer a coisa certa — e a pergunta que não quer calar é: certa pra quem? Ou: certa por quê?

O homem certo, por exemplo: existe ficção maior do que essa? Minha amiga se casou com um exemplar da espécie depois de namorá-lo sete anos. Levou um mês para descobrir que estava com o marido errado. Ele foi "certo" até colocar a aliança. O que faz surgir outra pergunta: certo até quando? Porque o certo de hoje pode se transformar no equívoco monumental de amanhã. Ou o contrário: existem homens que chegam com aquele jeito de "nada a ver", vão ficando e, quando você se assusta, está casada — e feliz — com um deles.

E as roupas? Quantos sábados você já passou num shopping procurando o vestido certo e os sapatos certos para aquele casamento chiquérrimo e, na hora de sair para a festa, você se olha no espelho e tem a sensação de que está tudo errado? As vendedoras juraram que era a escolha perfeita, mas talvez você se sentisse melhor com uma dose menor de perfeição. Eu mesma já fui para várias festas me sentindo fantasiada. Estava com a roupa "certa", mas o que eu queria mesmo era ter ficado mais parecida comigo mesma, nem que fosse para "errar".

Outro dia fui dar uma bronca numa amiga que insiste em fumar, apesar dos problemas de saúde, e ela me respondeu: "Eu sei que está errado, mas a gente tem que fazer alguma coisa errada na vida, senão fica tudo muito sem graça. O que eu queria mesmo era trair meu marido, mas isso eu não tenho coragem. Então eu fumo". Sem entrar no mérito da questão — da traição ou do cigarro — concordo que viver é, eventualmente, poder escorregar ou sair do tom. O mundo está cheio de regras, que vão desde nosso guarda-roupa, passando por cosméticos e dietas, até o que vamos dizer na entrevista de emprego, o vinho que devemos pedir no restaurante, o desempenho sexual que nos torna parceiros interessantes, o restaurante que está na moda, o celular que dá status, a idade que devemos aparentar. Obedecer, ou acertar, sempre é fazer um pacto com o óbvio, renunciar ao inesperado.
O filósofo Mario Sergio Cortella conta que muitas pessoas se surpreendem quando constatam que ele não sabe dirigir e tem sempre alguém que pergunta: "Como assim?! Você não dirige?!". Com toda a calma, ele responde: "Não, eu não dirijo. Também não boto ovo, não fabrico rádios — tem um punhado de coisas que eu não faço". Não temos que fazer tudo que esperam que a gente faça nem acertar sempre no que fazemos. Como diz Sofia, agente de viagens que adora questionar regras: "Não sou obrigada a gostar de comida japonesa, nem a ter manequim 38 e, muito menos, a achar normal uma vida sem carboidratos". O certo ou o "certo" pode até ser bom. Mas às vezes merecemos aposentar régua e compasso.

(Leila Ferreira é jornalista, apresentadora de TV e autora do livro Mulheres – Por que será que elas..., da Editora Globo)

Para descontrair a sexta-feira ; )

Casal perfeito 

Era uma vez um homem perfeito que conheceu uma mulher perfeita.

Namoraram e um dia se casaram. Formavam um casal perfeito.

Numa noite de Natal, ia o casal perfeito, por uma estrada deserta, quando viram alguém no acostamento pedindo ajuda.

Como eram pessoas perfeitas, pararam para ajudar.

Essa pessoa era nada mais nada menos do que Papai Noel, cujo trenó havia enguiçado.

Não querendo deixar milhões de crianças decepcionadas, o casal perfeito se ofereceu para ajudá-lo a distribuir os presentes.

O bom velhinho entrou no carro e lá foram eles. Infelizmente o carro se envolveu em um acidente e somente um dos três ocupantes sobreviveu.




Pergunta:

Quem foi o sobrevivente do trágico acidente?
A mulher perfeita, o homem perfeito ou o Papai Noel?

(leia mais abaixo)


















Resposta: A mulher perfeita sobreviveu.

Na verdade, ela era a única personagem real dessa história. Todo mundo sabe que Papai Noel e homem perfeito não existem.

Se você é mulher, pode fechar a mensagem, a piada acaba aqui.

(Homens podem continuar lendo abaixo)


















Agora, se Papai Noel não existe, nem homem perfeito,

fica claro que quem dirigia era a mulher

- o que explica o acidente...







............OBS: Se você é mulher e leu até aqui, fica provada mais uma teoria:
mulheres são curiosas, metem o bedelho onde não são chamadas e são incapazes de seguir instruções.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O que fazer se a relação está em crise?

Você e seu parceiro sempre foram muito felizes e tudo até mesmo parecia um conto de fadas. Mas, de repente, com o passar da convivência, vocês começaram a não se entender mais tão bem assim. Chegou a chamada fase de "crise" no relacionamento e nessas horas uma questão que não sai da sua cabeça é o que fazer para poder dar um "chega para lá" nisso?



A psicóloga e neuropsicóloga Adriana Falcão Duarte, explica que geralmente chamamos de crise tudo que sai fora de um padrão ou de uma rotina e que não estamos prontos para lidar com mudanças, até mesmo aspositivas. Para Márcia Corrêa, que também é psicóloga, os relacionamentos passam por crises porque basicamente todas as pessoas mudam todos os dias. "Ninguém nunca é a mesma pessoa do dia anterior e nem sempre as mudanças são melhores para ambas as partes. Daí, começam as divergências", afirma.

Se você se encontra nesta situação em que tudo o que o outro diz parece irritá-la ou então, aquilo que você tanto admirava virou um tormento no seu dia-a-dia, não é preciso se desesperar. Para o psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Junior, a crise permite uma nova construção, um novo projeto de vida conjunta para o futuro do casal. "É uma possibilidade de os parceiros 'se casarem novamente' e desta vez ser um casamento que sirva para ambos e sobre o qual os dois tenham poder de dirigir", conta Rodrigues.

O psicoterapeuta diz que a melhor maneira de lidar com as fases ruins de uma relação é aprender a administrar as emoções e lidar com elas. "Devemos começar olhando o que precisa ser mudado e o que pode ser aproveitado em um momento de crise". Segundo ele, é preciso ter consciência de que as crises não serão evitadas e por isso, as mudanças devem ser vistas como um novo ânimo para o casal.

Na opinião da psicóloga Márcia Corrêa, sem dúvida o diálogo é a chave da solução de qualquer crise. "A pessoa deve falar o que sente e o que pensa, tanto para criticar como para elogiar. O que o casal não pode fazer é acumular um monte de coisas - o famoso 'engolir sapo' - e falar todas as críticas negativas de uma vez durante uma crise, a exemplo de 'porque naquele dia do ano passado você fez tal coisa'. O casal também deve estar preparado para ouvir, isso é muito importante. Muitas pessoas gostam de falar e não gostam de ouvir", comenta.

Adriana Falcão Duarte ainda ressalta que se não houver respeito, confiança, companheirismo, verdade e sentimento, não existe mais relação. "Às vezes só conversar não basta para sair da crise e, nestes casos, procurar ajuda profissional pode resolver o impasse", declara.

A auxiliar administrativa de vendas Priscila Souza, 24 anos, que namora há um ano e dois meses, diz que a melhor forma de sair de uma crise é ter muita confiança em si mesma e não se desvalorizar. "Aceitar as diferenças de personalidade, evitar arrogância e resolver tudo numa boa conversa são algumas dicas para recomeçar um relacionamento".


Auto-aceitação!


A autoconfiança pressupõe uma harmonia consigo mesmo e o auto-reconhecimento com uma auto-aceitação de seu jeito de ser e agir no mundo.

Estes aspectos de sua personalidade revelam mecanismos de proteção de sua personalidade, pois nem sempre as pessoas que exibem uma segurança em tudo que fala e age, realmente possui uma autoconfiança e, sim, pode estar escondendo uma personalidade extremamente insegura, agindo por um mecanismo de proteção, fingindo e amargurando um jeito de ser apenas num papel representado socialmente.
O Pequeno teste abaixo poderá indicar medidas parciais de sua personalidade relacionada à sua autoconfiança e se essa autoconfiança é genuína, sustentada em seu autoconhecimento e na sua auto-aceitação.
Nas frases abaixo assinale a palavra “certo” ou “errado”
1- Às vezes, sou um pouco supersticioso Certo / Errado
2- Quando cometo um erro, costumo ficar aborrecido durante algumas semanas Certo / Errado
3- Acho que muitas vezes o destino nos faz sofrer bastante, sem que nada possamos fazer para evitar Certo / Errado
4- Sinto-me muito mal quando tenho pouca aprovação entre as pessoas que me cercam Certo / Errado
5- Acho que na profissão não é tão importante seguir carreira. O mais importante é fazer as coisas tão bem que a própria pessoa fique satisfeita com seu trabalho. Certo / Errado
6- Muitas vezes tenho grande dificuldade em tomar decisões importantes não apenas pra mim. Certo / Errado
7- Acho mais fácil dizer à própria pessoa a opinião que tenho dela do que esconder essa opinião. Certo / Errado
8- Sinto-me perturbado e irritado quando alguém quer se intrometer em meus assuntos particulares. Certo / Errado
9- Sempre que faço alguma coisa, tomo todas as precauções para que nada saia errado e ninguém possa me criticar. Certo / Errado
10- Às vezes, tenho medo de que alguma coisa não seja feita como quero ou não corra conforme imagino. Certo / Errado
11- Só consigo realizar um trabalho produtivo quando as condições exteriores são as que imagino. Certo / Errado
Interpretação:
Pontue as questões conforme suas respostas seguindo a tabela abaixo:
Questão  - Certo  -  Errado
1                  0             10
2                  0             10
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10                0              10
11                0               7
O número de pontos, correspondente à sua pessoa, equivale à soma de todos os pontos alcançados.
Acima de 40 pontos: Voce possui grande autoconfiança e parece que qualquer pessoa que entre em contato com voce terá a impressão que nada e ninguém o impedirá de estar convencido do acerto de seus atos. Voce se coloca no centro de tudo, porém é possível que essa autoconfiança seja uma blindagem protetora de sua personalidade. Reflita sobre isso e reconsidere sua posição numa análise de autoconhecimento.
De 20 a 40 pontos: Sua segurança e autoconfiança estão bem dosadas. Voce parece saber o que quer, como agir e exigir de voce mesmo para atingir seus objetivos. Não é tão influenciado pelas pessoas, respeita a opinião delas e não hesita em aceitar sugestões que te façam bem. Voce irradia segurança e inspira confiança.
Abaixo de 20 pontos: O mundo com injustiça e incompreensão parece se destacar em sua visão. Essa insegurança resulta em dificuldades nos relacionamentos e nas tomadas de decisões. Parece que voce sempre se pergubnta se o que está fazendo é realmente certo e é influenciado com certa facilidade pelas outras pessoas. É necessário reavaliar seu senso de autocrítica e desenvolver sua autoconfiança considerando suas capacidades e com uma progressão lenta arriscar decisões que irão proporcionar alegria e autoconfirmação.

Desapego =)

Pense comigo: quantas vezes você já se decepcionou com algo ou alguém que você criou expectativas?


 Eu acredito que isso seja completamente normal, se não for me avise porque acho que sou um E.T hehe. Bom, acho que há um ditado popular ou uma frase, não lembro exatamente o que e como é, mas diz algo como: sempre que nós criamos muitas expectativas, nós nos decepcionamos. Eu concordo!


Tá, eu não concordo totalmente, mas em grande parte. Eu não to querendo dizer que todo mundo deve ser uma pessoa desacreditada, não é isso, mas vamos por partes... 


Sabe aquela de que tudo que é demais estraga ou faz mal? Então, é isso. Quando eu comecei a escrever esse post a minha idéia inicial era falar sobre o desapego, mas expectativas estão tão relacionadas ao apego excessivo. O apego pode ser considerado uma das formas mais “simples” para gerar o sofrimento. 


Pare e pense por alguns minutos e veja se eu não tenho razão (eu tenho a infeliz mania de achar que tenho a razão quase sempre, é terrível, sei disso). Pensou? Então, o apego é o mesmo que querer segurar o vento, é algo impossível. Nós não temos nada, nós somos. Pessoas ao entrarem num relacionamento têm a mania de dizer que o outro é propriedade dela, ou algo do tipo, mas isso é impossível.
Momento sei la ;* 



O sofrimento geralmente começa quando você se vê tão dependente de alguém , que você gosta tanto que quando a pessoa parte .Daí fica aquele vazio,aquela sensação de que não temos nada? Nós simplesmente SOMOS o que SOMOS, é tudo muito passageiro e por ser passageiro é que se deve aproveitar cada segundo, cada momento, cada companhia, cada fase,apego mais doloroso. Acredite, é muito ruim você ter um amigo e ser tão dependente dele e esse amigo de um momento para o outro largar de mão da amizade e simplesmente sumir da sua vida. “Experiência própria”. Você vai ver como tudo é mais simples se você souber se desapegar, se você souber abrir mão de coisas materiais, se você simplesmente desejar a felicidade da outra pessoa mesmo que esta não esteja mais presente na sua vida, saber aproveitar cada momento que lhe é proporcionado, ninguém vai pra frente se ficar preso a algo que não te faz mais bem ou algo que não pode mais estar com você. É simples. Ok, não é, falando até parece simples, mas não é na prática... se você conseguir praticar isso todos os dias, é um conselho. Liberte-se. Liberte-se principalmente das pessoas. Ame, viva, ria, chore, brinque, mas seja independente, saiba sorrir sem depender do outro para isso. O mais importante e a chave que abre o cadeado é que sempre devemos nos amar primeiro, ninguém consegue dar amor pra outra pessoa se não ama a si próprio! E convenhamos? Brigar, se escabelar, dar crise de ciumes não prende ninguém, muito pelo contrário, afasta cada vez mais as pessoas que queremos bem. Não se pode amar por dois, apenas amar o quanto lhe faz bem. 


Desapego nos liberta. Apego nos aprisiona. Lembre-se disso. Um brinde ao desapego!!!                                                                                                                                         


Você finge que me ama e eu finjo que acredito...


A sinceridade/mentira é um problema social. Diria que é um dos piores problemas da humanidade. Porque a gente é treinado pra acreditar nas pessoas mas logo aprende como pode enganá-las.
Ou a gente decide confiar, ou a gente decide desconfiar. Aparentemente nós Temos que decidir. E eis a injustiça da decisão: Se confia, acaba sendo enganado. Se desconfia, é enganado da mesmo forma – não com a mesma freqüência, mas da mesma forma – mas com um baita pesar de que podia ter evitado o problema se tivesse desconfiado um pouquinho mais.
Aí, a gente decide aceitar que sabe que mente. Sabe, sim! Não só sabe como age hipocritamente exigindo a honestidade da galera e mentido por aí. Engraçado como o tempo e os tombos que fazem a gente menos crente e mais desconfiado, não impedem a gente, nem de mentir, nem a parar de ser enganado. É como se a gente existisse para ser enganado Over and Over. Mas isso não é tão ruim, porque a gente pode enganar Over and Over também. Pode criar desconfianças, abusar da boa vontade, esconder pra proteger,… e mentir! Mentir muito. Até o talo. Sobre qualquer coisa. Das coisas mais idiotas às mais importantes.

Você pode dizer ao seu filho que ele é inteligente, mesmo que não seja. Seu filho, pode dizer que é teu admirador, sem sê-lo.
Seu marido/namorado pode te dizer que nunca te traiu. Você pode dizer o mesmo.
Seus amigos podem te dizer que te adoram. Seus vizinhos também.
E o pior é que os momentos em que as maiores mentiras são contadas, são os os momentos mais bonitos:
“Você me acha mesmo talentosa?!”
E lá vai você embora, acreditando numa das mentiras mais bonitas que alguém já te contou.
“Você realmente não comeu aquela menina?!”
E lá vai você embora, acreditando ser a única.
Problema mesmo é quando você aprende a ler as entrelinhas, decide conviver com a Srta mentira e aprende a mentir. No melhor estilo.
Pessoas machucadas fazem isso.
Aqueles tantos que acreditaram em alguma linda mentira, descobriram que ela não era tão linda assim, e ao invés de esperniarem, se descabelarem: decidiram se vingar.
E a vingança é um outro problema. Maior até.
Eu sempre digo que a justiça divina, tarda mas não falha. E que por isso, vingança não é legal. Mas as vezes, pisar no calo alheio antes que Deus decida fazer isso por você, dá um gostinho doce na boca, que eu nem consigo explicar.
Eu sou uma descrente assumida. Para mim as verdades andam junto com a mentiras pairando pela relações disfuncionais de hipotético amor, amizade, trabalho e família que preenchem as nossas vidas.
Elas se misturam numa relação promíscua, vezes bonita, vezes dolorosa, …vezes incompreensível. As pessoas mentem pra mim e eu aceito. A gente aceita. Mas se a gente descobre…. Eis o problema.
Por isso, aí vai meu apelo. Quando você ensinar a seu filho a mentir: ensine-o a esconder a mentira! Ou a não criar a desconfiança no destinatário, por que uma pessoa desconfiada acha o que quer SEMPRE , mesmo dentro de cofres com segredo. Uma pessoa desconfiada procura até achar, e quando acha sente aquele sentimento de vitória misturado a um nervosismo que range os dentes e te arrepia de raiva. O maldito: Eu Sabia!
Você acha e se pergunta porque procurou. Mas nunca mais consegue parar. Quer mais evidências da mentira. É um sofrimento para que mentiu e pra quem foi enganado. Entende?
Você, outro apelo, que mente para sua mulher, ou para o seu marido: faça bem feito! Não mande email, nem depoimento no orkut. Faça apenas ligações e apague da lista de chamadas. E encontre a pessoa nas segundas de manhã, que é dia da semana oficial para amantes.
E se você, último apelo, perdeu a esperança na sinceridade do mundo, faça como eu. Acredite em si mesma/o – porque é bem difícil conseguir SE enganar – e faça a diferença. Mesmo com a vontade de dar ao mundo de volta o que você ganhou sem pedir, pense.
Correntes de energia negativa dão a volta ao mundo e voltam pra você.
Para cada mentira, uma verdade. E façamos o mundo mais real.
E a você que mentiu pra mim, me diga a verdade, sim!? Eu vou entender!
=D
De verdade.
Á Verdade, por favor.
Beijos a todos.

Saudades...







“Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é a saudade. Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade.

Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Doem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida.

Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã. Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.

Saudade é basicamente não saber. Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio. Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia. Não saber se ela ainda usa aquela saia. Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada, se ele tem assistido as aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua preferindo suco, se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados, se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor, se ele continua cantando tão bem, se ela continua detestando o McDonald's, se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo! Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso... É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer. Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...”


(Miguel Falabella)

Desde que me decepcionei, não consigo mais me apaixonar‏


Coração partido é uma das feridas que mais demoram para curar. A J. conta pra gente a história dela…


“Eu não consigo me apaixonar desde que o garoto de quem eu gostava me decepcionou. De lá pra cá, não consegui mais gostar de ninguém. Minhas amigas me chamam de fria, porque nas festas simplesmente beijo os garotos e saio. Tem algo de errado nisso?”

Bom, primeiro, quando o assunto é sentimento não tem essa de certo ou errado. Seria simplificar demais o que é naturalmente complexo e confuso. Então, acho mais produtivo refletir se essas suas atitudes estão te fazendo bem ou não.
Decepção com o gatinho é golpe duríssimo. Deixa marcas profundas e demora mesmo para a gente conseguir superar. Mas a gente tem pressa. Quer se sentir bem logo,  dar a volta por cima, se apaixonar de novo. E se essas coisas não chegam com a rapidez que esperamos, vamos logo achando que esses sentimentos de vazio e descrença ficarão eternamente nos nossos corações machucados.

Que nada! Tudo passa na vida.

Temos apenas que aprender que cada obstáculo que se coloca na nossa frente exige que a gente reflita, cresça, amadureça… Isso tudo leva tempo e não tem muita coisa que a gente possa fazer para acelerar esse processo. Lógico que não ajuda em nada amarrar o bode na mágoa e ficar sentindo pena de si mesma, mas também não podemos pular as etapas necessárias para que o nosso coração volte a ficar 100%.

Portanto, J., você AINDA não conseguiu se apaixonar novamente, mas tenha certeza de que isso um dia vai acontecer. Provavelmente, no momento em que você parar de “reparar” que você não consegue mais gostar de ninguém. Quando essa história toda perder a importância será sinal de que você estará pronta pra outra.
Enquanto isso não acontece….acho que vale a pena rever essa história de ficar. Não sei se faz muito sentido “ficar ficando” com gatinhos por aí se você ainda não se sente aberta para possibilidade de um novo amor. Ficar só por ficar talvez não seja a melhor receita para alguém que precisa superar uma decepção. Você corre o risco de tornar algo que deveria ser gostoso em uma coisa mecânica, sem graça.

Me parece melhor dar um tempo geral dos garotos, curtir os amigos, ficar um pouco sozinha, para conseguir se encontrar e se sentir inteira novamente. Quando você menos esperar, alguém vai despertar seus sentimentos. E quando acontecer, nada de ter medo de uma nova decepção: só quem aposta vive grandes histórias de amor.
Alguém mais está com o coração congelado? Conta!

beijo